Almada
é uma cidade pertencente ao Distrito
de Setúbal, região de Lisboa
e subregião da Península de
Setúbal, com cerca de 19 500 habitantes.
É sede de um pequeno
mas densamente povoado município
com 69,98 km² de área e 160
826 habitantes (2001), subdividido em 11
freguesias. O município é
limitado a leste pelo município do
Seixal e a sul por Sesimbra, e possui uma
longa costa a oeste para o Oceano Atlântico,
e a norte e nordeste abre-se para o Estuário
do Tejo, frente aos municípios de
Lisboa e Oeiras.
As freguesias de Almada
são as seguintes:
- Almada
- Cacilhas
- Caparica
- Charneca da Caparica
- Costa de Caparica
- Cova da Piedade
- Feijó
- Laranjeiro
- Pragal
- Sobreda
- Trafaria
O concelho recebeu foral
de Dom Sancho I em 1190.
História
A designação de Almada é
proveniente das palavras árabes Al-Madan,
a Mina , pelo motivo de que, aquando do
domínio árabe da Península
Ibérica, os árabes procediam
à exploração do jazigo
de ouro da Adiça, no termo do Concelho.
A zona de Almada foi igualmente escolhida
pelos árabes para a construção
de uma fortaleza no promontório natural,
sendo esta destinada à defesa e vigilância
da entrada no Rio Tejo, em frente de Lisboa,
desenvolvendo-se a povoação
nos domínios da defesa militar, da
agricultura e da pesca.
Almada, uma das principais
praças militares árabes a
sul do Tejo, foi conquistada pelas forças
cristãs de D. Afonso Henriques em
1147, ficando posteriormente na posse dos
Cavaleiros de Santiago, por carta assinada
por D. Sancho I, em 26 de Outubro de 1186.
Em 1190, D. Sancho I outorgou o primeiro
foral aos moradores de Almada. No entanto,
em 1191 ocorre uma nova invasão árabe
sob o comando de Yusuf al-Mansur, com origem
em Sevilha. Esta invasão adquire
lentamente uma expressão significativa,
alcançando e tomando Alcácer
do Sal, marchando sobre Palmela e Almada,
sendo esta abandonada pelos cavaleiros da
Ordem Militar de Almada. A povoação
ficou grandemente destruída pela
acção das forças árabes.
O povoamento de Almada
é realizado de forma lenta mas contínua,
reconstituindo-se parcialmente o modo de
vida praticado anteriormente. No início
do século XIII, a sociedade vive
um período de organização
e estabilização segundo os
direitos e deveres consignados no código
foraleiro, complementados pelos antigos
usos e costumes do direito consuetudinário.
Fonte: http://pt.wikipedia.org
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